Bangladesh

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Enquanto estudante de Design de Moda, são estes os acontecimentos que me fazem duvidar sobre o percurso que eu escolhi. Enquanto ser humano, não consigo ficar indiferente em relação a este assunto. Ainda há dias fui visitar uma fábrica portuguesa de confecção de roupa e fiquei chocada com as condições em que aquelas mulheres trabalhavam; enquadrando-me num dia de frio, as condições atmosféricas que se observavam dentro das fábricas eram absurdas, um bafo insuportável vinha das caldeiras e dos ferros, e não existia qualquer tipo de ventilação ou circulação de ar. Trabalhavam em máquinas de costura barulhentas, com as costas curvadas e com diversas feridas nas mãos. Fiquei ainda mais perplexa quando me disseram que aquela fábrica tinha boas condições de trabalho. 

Passou também um documentário na Sic Noticias sobre as fábricas têxteis ilegais e de condições sub humanas, e a maneira como os grandes grupos comerciais usavam essas fábricas e, ao mesmo tempo, ocultavam o seu uso. 

Eu nem imagino (nem quero imaginar) as condições que a fábrica que ruiu em Bangladesh possuía  Infelizmente, todos nós preferimos viver na ignorância em relação a este assunto. Quando vi a foto de um casal abraçado encontrado no meios dos escombros o meu coração parou. E pensar que grande parte do meu vestuário é das empresas que fabricavam neste local fez-me sentir, de certa forma, culpada, pois o meu consumismo e a efemeridade do meu vestuário fazem-me andar à procura de preços baixos e qualidade média. E são estas característica que fazem com que os grandes grupos têxteis vão buscar a mão de obra mais barata possível. Também não acho correcto estar a culpar os grupos pelo acontecimento da fábrica. 

No entanto morreram pessoas, crianças ficaram órfãs e um mundo um lugar ainda mais triste.Mas, e de quem é a culpa?

 

No photoshoped photos

 

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The French artist Philippe Ramette believes nothing should ever be faked. His improbable, gravity-defying poses might look like classic Photoshop, until you notice they are peppered with little incongruities. “You see a tension in my hands, my red face is far from serene as the blood rushes to it, my suit is ruffled.”

 

website: http://xippas.com/en/i/artiste/philippe_rametteImagemImagemImagemImagemImagemImagemImagemImagemImagemImagemImagemImagemImagemImagemImagemImagem

Photography, again

Eu adoro fotografia. Infelizmente não tenho jeito nenhum, tiro as fotos por paixão e gosto imenso de desenquadrar. Não fui feita para isso como o meu pai. Ou como a Inês Brites. Conheci a Inês através das suas fotografias , graças a uma amiga minha. Apaixonei-me. Há uns meses atrás aceitou fotografar um trabalho meu. E um trabalho simples e básico foi transformado em magia. Deixo-vos aqui fotos da Inês e o site dela. Vale bem a pena espreitar ( e eventualmente se apaixonar).

I’ve always loved photography. Unfortunately i’m not as skilled as my father. Or Inês Brites. Remember my post “The road is Home”? Yes, shes is good like that. I’ve first known her thanks to a good friend of mine. When i saw her work i fell in love. She captures the soul of life. She accepted to take the photos of a work of mine – The gypsy skirt. I leave you here with her work and photos. Take a view, and fall in love.

Ines Brites –> http://www.flickr.com/photos/watchfuleye/

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